Os animais humanos deixarei para mais tarde, até porque, na verdade, estou sempre a referi-los... Neste momento quero mesmo é falar daqueles que povoam os meus sonhos, o meu acordar e as minhas tentativas de adormecer...
À partida há uma premissa a considerar: não há bicho a que eu consiga resistir. É um facto. Para mim são todos LINDOS!!!!!!!!!!!!!
No entanto, devo referir-me aos animais da casa; aquela onde passo parte dos meus dias e os visados passam 24 horas dos seus eternos momentos. Nesta altura são apenas seis:
-dois gatos ( a Duda- nome vindo do éter- e o Jazz- nome devidamente escolhido por um músico amante destas sonoridades);
- e quatro cães (Max - o chefe da "matilha", pois sendo o único macho-dog, só permite fêmeas neste território; Pompom- como o nome indica é feita de pequenos pedaços de lã...; Zen- apesar de ter sido atirada de um carro em andamento, para a berma, é o cúmulo da serenidade; Maya- a minha astróloga de serviço que será, brevemente, teletransportada para uma família algures num país frio, germânico...).
Não consigo descrever-vos plenamente o que me transmitem, mas são, na sua totalidade, um universo de vivências. Vou tentar fazê-los contar as suas histórias...
A cadelinha branca, que aparece na fotografia, teve uma vidinha infeliz de abandono, mas já encontrou o seu "céu" numa família, que a estima e protege, com muitos, muitos mimos. Há animais felizardos nestas histórias. Esta era a Jô, habituada a circular sem trela, eterna viajante no meu carro, eterna presença nas minhas memórias. Não irei falar mais dela, pois já partiu rumo a uma família onde é adorada por todos :) Vive feliz. E eu também :)

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