
A luz pode encontrar-se durante o período da sua ausência, quando as almas vagueiam por locais recônditos, esquecidos de humanos distraídos. Somos conduzidos à ideia da imanência, sentindo sempre que a presença alheia nos preenche, de certo modo... Quando, de facto, vemos, já partimos para a dimensão dos sonhos outrora esquecidos pelos outros e por nós próprios. Estaremos alheios ou apenas conscientes? A eterna dúvida de quem procura A resposta. Não há soluções permanentes, apenas respostas imanentes. Vamos continuar a sonhar que amanhã será um dia novo e que o ciclo nos deixará ascender na eterna escalada de saber quem somos, de onde vimos e para onde vamos.
Gosto de estar aqui, perdida numa aldeia que pouco conheço .
Preciso de estar aqui, em repouso, agitando sensações e ideias.
A irmandade pensante junta-se nos momentos mais inesperados, como este, onde ninguém pensaria encontrar-se.
Somos nós, somos tu, somos eu... apenas porque SOMOS.
Baba Nam Kevalam
A foto é de uma aldeia algures na Beira Alta. Quase ninguém a conhece, quase ninguém lá entrou e eu venho de lá. Sítio estranho, paisagem pacificante, gente avessa a multidões. Agradeço aos meus antepassados o contacto com esta energia peculiar.
2 comentários:
Olá! menina LUMINOSA! fico feliz por passar por aqui e revisitar tantos momentos WINDOS!
Obrigada :)
E para quando o teu cantinho, com todas as delícias que escreves e escreveste?
bjinhos
Postar um comentário