Não vos acontece, de quando em vez, ficarem perplexos com a contínua mutação do eu e do outro, em eterna dança trocal? Sinto que sou eu, mas tenho um pedaço do outro dentro de mim. Uma imagem, um aroma, uma sonoridade... Espectros de quem são essas gentes que, permanentemente, lentamente, mas ininterruptamente, entram pela nossa vida adentro sem baterem à porta...
Esta é a eterna magia da partilha em universalidade.
Um comentário:
Somos consoante os que encontramos... Essa é uma das premissas da Roda de Samsara. Até que um dia "eu sou brahman".
Abraço luminoso
Magda
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